Luciaadverse's Blog

março 22, 2014

Projeto NOIR

 
Devido ao grande interesse dos visitantes, na exposição ‘Der Sturm” no Museu Inimá de Paula, senti a necessidade de compartilhar com o público, o meu projeto inspirado no cinema Noir.
 
Projeto Noir
 
“A arte sempre oscilou entre a reflexividade e a ilusão.”
 
Robert Stam

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Der Sturm, Berlim

Talvez pela influência da minha formação, tenho um grande interesse pela fotografia arquitetônica.
 
A forma, o estilo e características da construção de uma cidade estão intrinsecamente relacionadas com a sua história. Se observarmos com atenção a arquitetura de uma cidade, ela diz muito a respeito da cultura e do modo de vida de seus habitantes.
 
Em 2008, registrei as primeiras fotos de arquitetura de Nova York pertencentes a esse trabalho, concluído somente em 2013, sendo que a opção de tratamento dessas fotografias foi toda em preto e branco.
 
Posteriormente, observei que o contraste das sombras com o tratamento em preto e branco, lembravam um pouco a dramaticidade das luzes do Cinema Noir, estilo de filme que sempre impressionou-me, seja pela luz contrastada utilizada nas filmagens, seja a teatralidade da temática.
 
 

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Nosferatu, 1922 – Friedrich Wilhelm Murnau

Iniciei imediatamente uma pesquisa, além dos filmes, fazendo parte dos meus estudos, o movimento que foi precursor do estilo Noir, o expressionismo alemão e também as suas influências na pintura e na xilogravura.
 
 

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GOD’S MAN, A novel in Woordcuts, Lynd Ward

Retornei diversas vezes a Nova York. À essa altura, meu trabalho já estava mais direcionado e voltado para o tema. A captação de cada detalhe na arquitetura foi pensada de acordo com o tema Noir. Não seria minha intenção repetir integralmente o que foi demonstrado no cinema, apenas o essencial para a construção do meu novo trabalho. De acordo com James Monaco em American Film Now, “o filme noir não é um gênero em si, mas um estilo visual” e foi exatamente essa característica que serviu de base para o meu projeto.
 
 

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Cidadão Kane, 1941 – Orson Welles

“O cinema noir é marcado por uma estética de artifícios, a começar pela sua fotografia em preto e branco que foge ao naturalismo do mundo real que é policromático; aos cenários barrocos (essencialmente em Welles) ou teatrais; à iluminação dura, contrastada, sem meios tons; aos planos que oscilam entre clouse-up a profundidade de campo sem mediações, enfim, tudo nos remete à noção de estar num universo não-natural, de imagens dissimuladas, de cenários construídos. Nesse sentido o noir traz dentro de si, as marcas da representação e a fotografia será sua referência básica nesse cinema tão voltado para a estética do simulacro, da fragmentação e da repetição.
Os procedimentos expressionistas tais como sombras, olhares, gestos reforçam a predominância de uma estética de closes e fragmentos de objetos.
O cinema noir se revela como um cinema de “frestas”. É pelo viés que se espia e se descobre o que está oculto.
Esse reino do fake encontra-se sempre envolto numa constante cortina de fumaça, de neblina ou de chuva, onde a transparência é pouco percebida e as ações acontecem essencialmente sob o império da noite.
De forma similar, o cinema noir utiliza de iluminação artificial com grande eficácia: claro-escuro, preto e branco, visando obter alto contraste, eliminando os meios tons. Para compor um jogo de luz e sombras, numa atmosfera oscilante entre o visível e o invisível, reflexo de uma realidade ambígua, o noir, traz o espelho como elemento metaforizante na narrativa.”

(Cinema noir: espelho e fotografia. Márcia Ortegosa, 2010)

O Gabinete do Dr, Caligari

O Gabinete do Dr. Caligari, 1920 – Robert Wiene

O trabalho completo foi fotografado em 3 cidades: Nova York, Berlim e Paris, com planos de ainda integrar ao projeto uma cidade brasileira.
A cidade de Nova York foi o ponto de partida e recebeu o título de Metropolis”, palavra homônima ao filme do austríaco Fritz Lang (1927), que propunha uma realidade caótica urbana para o ano 2026. Uma cidade estratificada em que se pode reconhecer diferentes níveis sociais, cada um representado por uma determinada arquitetura. O edifício do cartaz do filme foi inspirado em NY, na década de 1920 e reflete o estilo Art Deco de arranha-céus da cidade.
 
 

metropolis-poster

 

Berlim foi o local onde iniciou-se o movimento expressionista, que tanto influenciou a estética do Cinema Noir.
Por esse motivo, planejei estender o projeto para a capital alemã. O nome da série, “Der Sturm”, em português, A Tempestade, vem da revista alemã vinculada ao Expressionismo Alemão e publicada em Berlim, criada em 1910 por Herwarth Walden, considerada a mais influente desse movimento artístico.
 
 

Der Sturm magazine (Composition) (ohne Titel (Komposition)) from the periodical Der Sturm, vol. 13, no. 1 (Jan 1923)

 
O cinema Noir, recebeu outras influências importantes do realismo poético francês (surgido no cinema francês à partir da metade da década de 1930), com seus temas de fatalismo, injustiça e heróis arruinados, e do neo-realismo italiano, com ênfase na autenticidade. O termo “film noir” foi inventado pelos franceses, críticos sempre astutos e fãs da cultura americana. Durante a ocupação nazista, a França havia sido privada dos filmes americanos durante quase 5 anos; e quando finalmente começaram a vê-los em finais de 1945, notaram não somente um escurecimento do ambiente, como também o próprio tema. Os críticos Nino Frank e Jean-Pierre Chartier escreveram em 1946 sobre estes filmes.
Em 1955, muito antes de film noir aparecer em qualquer livro de língua inglesa, Raymond Borde e Etienne Chaumeton escreveram sobre o tema. Os americanos não acompanharam os franceses na sua percepção e apreciação pelo Noir, até uma nova geração de entusiastas cinéfilos entrarem nas escolas de cinema no final de 1960.
É com essa justificativa, baseada no próprio nome dado a esse estilo marcante no cinema, que executei uma série de fotos também na cidade de Paris chamada: “Paris Noir”.
A intenção desse projeto, é reunir todo esse trabalho em um livro, com planejamento para 2016. Todo o projeto, mantinha-se inédito até o momento, quando surgiu a oportunidade de mostrá-lo parcialmente no Museu Inimá de Paula, em Belo Horizonte. Para a capital mineira foi escolhida a série Der Sturm”, com o apoio do projeto “Alemanha + Brasil 2013-2014” e curadoria do marchand Ricardo Fernandes.

 

Bibliografia:

Stam, Robert – O Espetáculo Interrompido: literatura e cinema de desmistificação. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981

ARTE MODERNA / Giulio Carlo Argan – São Paulo: Companhia das Letras, 1992, capítulo três: O SÉCULO XIX NA ITÁLIA, ALEMANHA E INGLATERRA

espaços da arte brasileira, Goeldi / Rodrigo Naves –  São Paulo: Cosac & Naify Edições, 2002

FILM NOIR /Alain Silver & James Ursini/Paul Duncan (Ed.) – Lisboa: TASCHEN, 2004

ASSIM FALAVA ZARATRUSTA/ Friedrich Nietzsche – Petrópolis: Editora Vozes – 4ª edição, 2007

Wordless Books, The Original Graphic Novels / David A.Beronä • Introduction by Peter Kuper, New York: Abrams, 2008

Cinema noir: espelho e fotografia./Márcia Ortegosa – São Paulo: Annablume, 2010

GERMAN EXPRESSIONISM THE GRAPHIC IMPULSE / organized by Starr Figura, The Phyllis Ann and WalterBorten Associete Curator – New York: MOMA, 2011

Brassaï Paris / Jean-Claude Gautrand • 1899 – 1984• TASCHEN 25th anniversary

PASSIONATE JOURNEY : A Vision in Woodcuts / Frans Masereel – republication in 2007, New York: Dover Publications, Inc. / originally published: Geneva, in 1919.

GODS’ MAN : A Novel in Woodcuts / Lynd Ward – New York: Dover Publications, Inc. 1929

THE CITY : A Vision in Woodcuts / Frans Masereel, republication in 2006, New York: Dover Publications, Inc. / originally published: Munich, in 1925.

DESTINY: A Novel in Pictures / Otto Nückel, republication in 2007,  New York: Dover Publications, Inc. / originally published: Munich, in 1930.

FILM NOIR THE ENCYCLOPEDIA

Alain Silver • Elizabeth Ward • James Ursini • Robert Porfirio

New York • London

OVERLOOK DUCKWORTH, 2010

 

Acima, fica algumas sugestões de pesquisa sobre o assunto.

 

 

outubro 1, 2012

Alemanha – Berlim

Faz tempo que não compartilho sobre minhas viagens no meu blog. Gostaria de fazer isso mais vezes, pois sei o quanto é útil como consulta para algumas pessoas que vão viajar para esses destinos. Digo isso, porque recebo com frequência emails de desconhecidos interessados nos lugares que relato aqui. As obrigações e o trabalho deixam nossa vida corrida… Tentarei policiar-me e dividirei mais minhas experiências com vocês.

O destino a ser relatado nesse post é Berlim. Meu filho primogênito faz engenharia mecânica, a Alemanha é considerada um dos pólos mais importantes da indústria mecânica, então achamos que seria o local perfeito para nosso filho aperfeiçoar seu alemão.

É difícil ter filhos estudando fora, às vezes a saudade é quase impossível, mas é primordial essa troca de experiências para o amadurecimento deles. Para aliviar um pouco a saudade fomos visitá-lo.

Berlim é a capital e um dos dezesseis estados da Alemanha. Com uma população de 3,5 milhões dentro de limites da cidade, é a maior cidade do país, além de ser a sétima área urbana mais populosa da União Europeia. Situada no nordeste da Alemanha, é o centro da área metropolitana de Berlim-Brandemburgo, que inclui 5 milhões de pessoas. Localizada na grande planície europeia, Berlim é influenciada por um clima temperado sazonal. Cerca de um terço da área da cidade é composta por florestas, parques, jardins, rios e lagos.

Documentada pela primeira vez no século XIII, Berlim foi sucessivamente a capital do Reino da Prússia (1701-1918), do Império Alemão (1871-1918), da República de Weimar (1919-1933) e do Terceiro Reich (1933-1945). Após a Segunda Guerra Mundial, a cidade foi dividida; Berlim Oriental se tornou a capital da Alemanha Oriental, enquanto Berlim Ocidental se tornou um exclave da Alemanha Ocidental, cercada pelo muro de Berlim, entre os anos de 1961-1989, enquanto a cidade de Bona tornou-se a capital da Alemanha Ocidental. Construído na madrugada de 13 de Agosto de 1961, dele faziam parte 66,5 km de gradeamento metálico, 302 torres de observação, 127 redes metálicas electrificadas com alarme e 255 pistas de corrida para ferozes cães de guarda. Este muro provocou a morte a 80 pessoas identificadas, 112 ficaram feridas e milhares aprisionadas nas diversas tentativas de o atravessar.

A distinta e muito mais longa fronteira interna alemã demarcava a fronteira entre a Alemanha Oriental e a Alemanha Ocidental. Ambas as fronteiras passaram a simbolizar a chamada “cortina de ferro” entre a Europa Ocidental e o Bloco de Leste.

Antes da construção do Muro, 3,5 milhões de alemães orientais tinham evitado as restrições de emigração do Leste e fugiram para a Alemanha Ocidental, muitos ao longo da fronteira entre Berlim Oriental e Ocidental. Durante sua existência, entre 1961 e 1989, o Muro quase parou todos os movimentos de emigração e separou a Alemanha Oriental de Berlim Ocidental por mais de um quarto de século.

Durante uma onda revolucionária, o governo da Alemanha Oriental anunciou em 9 de novembro de 1989, que todos os cidadãos da RDA poderiam visitar a Alemanha Ocidental e Berlim Ocidental. Multidões de alemães orientais subiram e atravessaram o Muro, juntando-se aos alemães ocidentais do outro lado, em uma atmosfera de celebração. Ao longo das semanas seguintes, partes do Muro foram destruídas por um público eufórico e por caçadores de souvenirs, mais tarde, equipamentos industriais foram usados para remover quase todo da estrutura. A queda do Muro de Berlim, abriu o caminho para a reunificação alemã, que foi formalmente celebrada em 3 de outubro de 1990. Hoje, partes do muro estão totalmente cobertas com pinturas feitas por moradores e visitantes.

Muitos apontam este momento também como o fim da Guerra Fria. O governo de Berlim incentiva a visita do muro derrubado, tendo preparado a reconstrução de trechos do muro. Além da reconstrução de alguns trechos está marcado no chão o percurso que o muro fazia quando estava erguido.

O Portão de Brandemburgo (em alemão: Brandenburger Tor) é um tipo de arco do triunfo, símbolo da cidade de Berlim. É o único remanescente de uma série de outras entradas de Berlim. Constitui na terminação monumental da “Unter den Linden” (uma das principais avenidas da cidade), que dá acesso à residência real. Sua construção foi ordenada pelo rei prussiano Frederico Guilherme II. É parada obrigatória para uma foto.

O Estádio Olímpico (Alemão: Olympiastadion) em Charlottenburg, distrito de Berlim, desenhado pelo arquiteto alemão Werner March, foi construído entre 1934 e 1936 para os Jogos Olímpicos de Verão de 1936. Substituiu o Estádio Alemão (Deutsche Stadion) desenhado pelo pai de Werner, Otto March, construído entre 1912 e 1913 para ser sede dos Jogos Olímpicos de Verão de 1916 que acabariam por ser cancelados devido à Primeira Guerra Mundial. Foi restaurado para a Copa do Mundo de 2006 até meados de 2004.

Foi palco de 6 Jogos, incluindo a estréia do Brasil conta a Croácia, vencida pelos brasileiros por 1 a 0 e a Grande Final entre Itália e a França, com a vitória italiana nos pênaltis por 5 a 3. Em 2009 sediou o Campeonato do Mundo de Atletismo. A capacidade atual é de 74.220 pessoas. É atualmente a casa do Hertha BSC Berlin e do Berlin Thunder, um clube de futebol americano da NFL Europa.

Existe uma grande variedade arquitetônica em Berlim, uma cidade que foi quase completamente destruída no período da Segunda Guerra Mundial, hoje nos surpreende com uma arquitetura moderna misturada a prédios históricos reconstruídos. É impressionante ver com Berlim se reergueu em tão pouco tempo, obras de arquitetos como Frank Gerry, Helmut Jahn, Norman Foster, I.M. Pei Daniel Libeskind, Peter Eisenman, estão espalhadas por toda capital alemã. Hoje em dia é difícil tirar uma fotografia da cidade sem flagrar obras públicas nas ruas e, também, prédios antigos e históricos sendo restaurados. Outros arquitetos contemporâneos associados a obras de Potsdamer Platz são o italiano Renzo Piano e o japonês Arata Isozaki.

Potsdamer Platz (www.potsdamerplatz.de) virou marco da reunificação e da expansão urbanística. Hoje é sede de complexos de entretenimento e de comércio, com destaque para o Sony Center (www.sonycenter.de), de 26 mil metros quadrados, projetado pelo alemão Helmut Jahn e que, edificado entre 1996 e 2000, tem cinemas, museu e restaurantes.

Palácio do Reichstag: Parlamento alemão, incendiado em 1933 e bastante danificado durante a 2ª guerra mundial, em ruínas, deixou de ser utilizado. Em 1964, foi reconstruído, mas apenas em 1990 com a reunificação alemã, os encontros parlamentares retornaram ao edifício. Em 1999, aconteceu a transferência do governo alemão de Bonn para Berlim, desde então o prédio foi reinaugurado como sede do Parlamento.

Outros prédios históricos:

Palácio de Charlottenburg

Universidade Humboldt de Berlim

Berliner Dom ou Catedral de Berlim, foi construída entre 1895 e 1905. Se encontra na Ilha dos Museus e é vizinha do Lustgarten e do Berliner Stadtschloss (sede do governo municipal de Berlim).

Memorial aos Judeus Mortos da Europa, também conhecido por Memorial do Holocausto: é um memorial em Berlim para vítimas judias do Holocausto, projetado pelo arquiteto Peter Eisenman. Consiste de uma área de 19.000 metros quadrados coberta com 2.711 blocos de concreto ou “stelae”, parecendo com um campo ondulado de pedras.

De acordo com o texto do projeto de Eisenman, os blocos são desenhados para produzir uma intranqüilidade, um clima de confusão e a escultura toda ajuda a representar um sistema supostamente ordenado e que perdeu o contato com a razão humana. Um anexo subterrâneo “Local de Informação”, guarda os nomes de todas as vítimas judias conhecidas do Holocausto, conseguidos através do museu israelense Yad Vashem.

A gastronomia alemã

culinária da Alemanha varia de região para região. As regiões do sul da Baviera e Suábia, por exemplo, compartilham uma cultura culinária com a Suíça e com a Áustria. A carne de porco, bovina e de aves são as principais variedades de carne consumida na Alemanha, sendo a carne de porco a mais popular. Em todas as regiões, a carne é muitas vezes comida em forma de salsicha. Mais de 1500 tipos de salsicha são produzidos na Alemanha. Alimentos orgânicos ganharam uma quota de mercado de cerca de 3,0% e deverão aumentar ainda mais.

Um conhecido ditado popular alemão diz: “Tomo o café-da-manhã como um imperador, almoço como um rei e janto como um mendigo”. O café-da-manhã é geralmente uma seleção de pães e baguetes com geléia e mel ou carnes frias e queijo, por vezes acompanhado de um ovo cozido. Cereais ou granola com leite ou iogurte é menos comum, mas generalizado. Mais de 300 tipos de pães são vendidos em panificadoras em todo o país.

Como é um país com muitos imigrantes, a Alemanha adotou muitos pratos da cozinha internacional em sua cozinha e hábitos alimentares diários. Pratos italianos como pizza e massas, pratos turcos e árabes, como Döner Kebab e o Falafel estão bem estabelecidos, especialmente nas cidades grandes. Cadeias internacionais de hambúrguer, bem como restaurantes chineses e gregos, são comuns. Culinária indiana, tailandesa, japonesa, e outras cozinhas asiáticas ganharam popularidade nas últimas décadas. Aos nove restaurantes de alto nível na Alemanha, o guia Michelin concedeu três estrelas, a maior denominação, enquanto outros 15 receberam duas estrelas. Restaurantes alemães tornaram-se os segundos mais consagrados do mundo, depois dos restaurantes da França.

A salsicha, a batata e a carne de porco são ingredientes muito comuns e bastante utilizados nos pratos dos alemães.

Um dos bolos mais populares da Alemanha é o bolo feito de cerejas da Floresta Negra. Abaixo um torta merengue que comemos no restaurante giratório da Berliner Fernsehturm,  torre de televisão localizada no centro da cidade de Berlim, especificamente em Alexanderplatz. Confesso que não sou muito apaixonada por doces e achei a torta mais bonita do que apetitosa.

Outros pratos e sobremesas servidos no restaurante giratório da Berliner Fernsehturm:

Vista da torre:

Apesar de vinho estar se tornando mais popular em muitas partes da Alemanha, a bebida alcoólica nacional é a cerveja. As variedades de cerveja incluem Alt, Bock, Dunkel, Kölsch, Lager, Malzbier, Pils e Weizenbier.

Observamos que a alimentação em Berlim tem o custo mais barato que já encontramos na Europa, dizem que isso é influência da extinta Alemanha Oriental. Na época da divisão, o padrão de vida da Alemanha Ocidental era bem mais elevado e com a reunificação precisou-se fazer um certo equilíbrio, isso gerou um custo de vida menor, disse nossa guia.

Não deixe de visitar a KaDeWe: http://www.kadewe.de

Loja de departamento estilo a americana Macy’s, onde tem um centro gourmet incrível e surpreendente. Abaixo algumas fotos do local feitas com o iPhone:

Agora, um dos passeios mais recompensadores, foi conhecer o museu do fotógrafo Helmut Newton, mas os detalhes, deixarei para contar amanhã, evitando deixar esse post muito longo. Até lá!

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