Luciaadverse's Blog

outubro 12, 2012

Art Canton 2012

Inaugurou ontem a Art Canton 2012 em Guangzhou, China. Participo pelo segundo ano consecutivo dessa feira de arte, representada pela Galeria Ricardo Fernandes. No ano passado coloquei esse post aqui.

Nesse ano foram selecionadas 6 obras da série “Moulin Rouge”. Essa série pertence a uma fase ilusionista do meu processo criativo, é fruto da minha imaginação, é ausência e presença do real. A partir de fotos com enquadramento fragmentado do Moulin Rouge, tradicional casa noturna parisiense, construí uma série de imagens surreais. A cor foi a principal característica que motivou-me criar esse trabalho. Naquela hora da manhã, o tom azul do céu era próximo ao ciano. O vermelho do moinho fazia um grande contraste com o céu azul, originando em uma imagem constituída por duas cores complementares. Há algum tempo pesquiso sobre a força da cor no processo criativo.

CANCAN

Essa série nasceu de vários enquadramentos do moinho que juntos se transformaram numa composição gráfica e visualmente atrativa. Os títulos das obras estão intimamente relacionados com o Moulin Rouge, sua época e em uma delas faço uma homenagem a Henri de Toulouse Lautrec, pintor pós-impressionista, conhecido por pintar a vida boêmia de Paris do final do século XIX e assíduo frequentador do cabaret. Toulouse-Lautrec revolucionou o design gráfico dos cartazes publicitários da época, ajudando a definir o estilo que  posteriormente seria conhecido como Art Nouveau. Qualquer dia desses, abordo esse movimento artístico por aqui, responsável por uma característica marcante na arquitetura de Paris.

MONTMARTRE

Tamanho das obras: 90 x 135cm

Site feira: www.artcanton.com

outubro 8, 2012

Dupla mergulha em mar de 43ºC para registra imagens de vulcão

Filed under: Curiosidades, Fotografia — Lucia Adverse @ 9:16 am

Os amigos e fotógrafos CJ Kale e Nick Selway ganham a vida criando e vendendo imagens dos vulcões Havaianos. A dupla tornou-se recentemente a primeira a se aventurar perto do vulcão Kailua, no Havai.

Para realizar este projeto, eles entraram na água com caixas estanque para as câmeras, vestindo apenas calção de banho e nadadeiras, com temperaturas de água a 43° C, a apenas 20 metros de onde a água estava fervendo. O objetivo era capturar closes da reunião de lava derretida com o mar, gerando grandes quantidades de vapor.

Com muita coragem e correndo grandes riscos, Kela e Selway conseguiram registrar imponentes imagens que demonstram todo o poder da natureza.

Veja mais: Lava Photo Art

Fonte: PORTAL PHOTOS

outubro 4, 2012

Nova exposição em Paris

Filed under: Exposições, Meus trabalhos — Lucia Adverse @ 6:42 pm

20121004-184141.jpg

outubro 2, 2012

Fundação Helmut Newton – Berlim

Como disse ontem, hoje irei mostrar um pouco da Fundação Helmut Newton (Helmut Newton Foundation), localizada em Berlim, cidade natal do fotógrafo.

Helmut Newton nasceu no 31 de outubro de 1920, registrado como Helmut Neustädter, foi um fotógrafo de moda alemão, naturalizado australiano, famoso por seus estudos de nus femininos.  Filho de um fabricante de botões judeu-alemão e de uma americana. Desde muito jovem – com 12 anos adquiriu sua primeira câmera – interessou-se por fotografia, tendo trabalhado para o fotógrafo alemão Yva (Else Neulander Simon).

Com as restrições cada vez mais opressivas colocadas aos judeus pelas leis de Nuremberg, seu pai perdeu o controle da fábrica de botões e foi internado em um campo de concentração em “Kristallnacht”. Em 1938, o fotógrafo fugiu da Alemanha para escapar à perseguição nazista aos judeus. Depois de sua emigração, tornou-se conhecido como Helmut Newton, um dos fotógrafos mais famosos em todo o mundo. Trabalhou por algum tempo em Cingapura, como fotógrafo da Straits Times, antes de se estabelecer em Melbourne, Austrália. Ao chegar à Austrália, ficou internado em um campo de concentração, assim como muitos outros “estrangeiros inimigos”. Posteriormente serviu ao exército australiano como motorista de caminhão, durante a Segunda Guerra Mundial.

Em 1946, instalou um estúdio fotográfico no qual trabalhou principalmente com moda, nos afluentes anos pós-guerra. Pouco tempo depois tornou-se cidadão australiano. Nos anos seguintes viveu em Londres e Paris, e trabalhou para a Vogue francesa. Criou um estilo particular na fotografia, marcado pelo erotismo. Sua notoriedade aumentou nos anos 80 com a série “Big Nudes”.

Passou os últimos anos de sua vida em Monte Carlo e Los Angeles. Morreu em janeiro de 2004, com 83  anos, vítima de um acidente de automóvel na Califórnia. Suas cinzas foram enterradas em Berlim.

A Fundação Helmut Newton: localizada na sede do novo Museu da Fotografia em Berlim, inaugurou no mesmo ano da morte do fotógrafo.

Desde que deixou sua cidade natal por causa dos nazistas, Berlim nunca saiu da cabeça de Helmut Newton. Segundo sua mulher, June, ele “sempre teve muitas saudades de Berlim e queria voltar para casa”. Talvez por isso, Newton tenha escolhido Berlim como o lar para mais de mil de suas caras e cobiçadas fotografias. Até sua morte, o fotógrafo participou ativamente da organização da fundação. Em outubro de 2003, ele doou não apenas seu arquivo à cidade, mas também o dinheiro para a reforma do antigo prédio próximo à estação Berlin Zoo, sede do novo Museu da Fotografia, que divide o espaço com a Fundação Helmut Newton, responsável pela coleção.

As fotos desse post, com exceção do retrato do fotógrafo e as imagens do livro Sumo que mostrarei a seguir, foram feitas com o iPhone durante a minha visita, onde tive a companhia do meu marido e do meu filho residente temporariamente em Berlim.

Em 1999, lançou o livro lendário de fotografias Sumo, batendo todos os recordes no mercado editorial devido às suas dimensões: peso = 35, 4 kg  tamanho = 50x70cm.  Foi criada também, para facilitar o seu manuseamento, uma mesa articulada própria. Na Fundação Helmut Newton é possível ver um exemplar desses ao vivo, assim como todos os livros lançados do fotógrafo. Em uma última sala, também é possível conhecer os artistas preferidos de Helmut, nesse local encontram-se seus objetos pessoais, câmeras e livros da sua coleção.

O livro foi publicado numa edição limitada, 10.000 exemplares,  numerada e assinada pelo autor.

Na época do seu lançamento o preço do livro era de 3.000 marcos alemães (aproximadamente 1.530 euros), mas devido ao valor que lhe foi atribuido por colecionadores, seu valor chegou aos 10.000 marcos (aproximadamente 5.110 euros) por exemplar. O SUMO é considerado o maior e o livro mais caro do século XX, a partir do momento em que o exemplar com o número 1 atingiu os 620.000 marcos (317.000 euros) num leilão.

Em 2010, o clássico foi reeditado pela Taschen, com as melhores cenas clicadas pelas lentes de Newton. Com 464 páginas, a nova edição custa cerca de R$ 499 no Brasil.   A nova versão vem com um suporte charmoso de acrílico que fica lindo sobre a mesa da sala. Adquiri o meu exemplar na Livraria Mineiriana em Belo Horizonte, onde também é possível comprar pela internet:

http://www.mineiriana.com.br/

outubro 1, 2012

Alemanha – Berlim

Faz tempo que não compartilho sobre minhas viagens no meu blog. Gostaria de fazer isso mais vezes, pois sei o quanto é útil como consulta para algumas pessoas que vão viajar para esses destinos. Digo isso, porque recebo com frequência emails de desconhecidos interessados nos lugares que relato aqui. As obrigações e o trabalho deixam nossa vida corrida… Tentarei policiar-me e dividirei mais minhas experiências com vocês.

O destino a ser relatado nesse post é Berlim. Meu filho primogênito faz engenharia mecânica, a Alemanha é considerada um dos pólos mais importantes da indústria mecânica, então achamos que seria o local perfeito para nosso filho aperfeiçoar seu alemão.

É difícil ter filhos estudando fora, às vezes a saudade é quase impossível, mas é primordial essa troca de experiências para o amadurecimento deles. Para aliviar um pouco a saudade fomos visitá-lo.

Berlim é a capital e um dos dezesseis estados da Alemanha. Com uma população de 3,5 milhões dentro de limites da cidade, é a maior cidade do país, além de ser a sétima área urbana mais populosa da União Europeia. Situada no nordeste da Alemanha, é o centro da área metropolitana de Berlim-Brandemburgo, que inclui 5 milhões de pessoas. Localizada na grande planície europeia, Berlim é influenciada por um clima temperado sazonal. Cerca de um terço da área da cidade é composta por florestas, parques, jardins, rios e lagos.

Documentada pela primeira vez no século XIII, Berlim foi sucessivamente a capital do Reino da Prússia (1701-1918), do Império Alemão (1871-1918), da República de Weimar (1919-1933) e do Terceiro Reich (1933-1945). Após a Segunda Guerra Mundial, a cidade foi dividida; Berlim Oriental se tornou a capital da Alemanha Oriental, enquanto Berlim Ocidental se tornou um exclave da Alemanha Ocidental, cercada pelo muro de Berlim, entre os anos de 1961-1989, enquanto a cidade de Bona tornou-se a capital da Alemanha Ocidental. Construído na madrugada de 13 de Agosto de 1961, dele faziam parte 66,5 km de gradeamento metálico, 302 torres de observação, 127 redes metálicas electrificadas com alarme e 255 pistas de corrida para ferozes cães de guarda. Este muro provocou a morte a 80 pessoas identificadas, 112 ficaram feridas e milhares aprisionadas nas diversas tentativas de o atravessar.

A distinta e muito mais longa fronteira interna alemã demarcava a fronteira entre a Alemanha Oriental e a Alemanha Ocidental. Ambas as fronteiras passaram a simbolizar a chamada “cortina de ferro” entre a Europa Ocidental e o Bloco de Leste.

Antes da construção do Muro, 3,5 milhões de alemães orientais tinham evitado as restrições de emigração do Leste e fugiram para a Alemanha Ocidental, muitos ao longo da fronteira entre Berlim Oriental e Ocidental. Durante sua existência, entre 1961 e 1989, o Muro quase parou todos os movimentos de emigração e separou a Alemanha Oriental de Berlim Ocidental por mais de um quarto de século.

Durante uma onda revolucionária, o governo da Alemanha Oriental anunciou em 9 de novembro de 1989, que todos os cidadãos da RDA poderiam visitar a Alemanha Ocidental e Berlim Ocidental. Multidões de alemães orientais subiram e atravessaram o Muro, juntando-se aos alemães ocidentais do outro lado, em uma atmosfera de celebração. Ao longo das semanas seguintes, partes do Muro foram destruídas por um público eufórico e por caçadores de souvenirs, mais tarde, equipamentos industriais foram usados para remover quase todo da estrutura. A queda do Muro de Berlim, abriu o caminho para a reunificação alemã, que foi formalmente celebrada em 3 de outubro de 1990. Hoje, partes do muro estão totalmente cobertas com pinturas feitas por moradores e visitantes.

Muitos apontam este momento também como o fim da Guerra Fria. O governo de Berlim incentiva a visita do muro derrubado, tendo preparado a reconstrução de trechos do muro. Além da reconstrução de alguns trechos está marcado no chão o percurso que o muro fazia quando estava erguido.

O Portão de Brandemburgo (em alemão: Brandenburger Tor) é um tipo de arco do triunfo, símbolo da cidade de Berlim. É o único remanescente de uma série de outras entradas de Berlim. Constitui na terminação monumental da “Unter den Linden” (uma das principais avenidas da cidade), que dá acesso à residência real. Sua construção foi ordenada pelo rei prussiano Frederico Guilherme II. É parada obrigatória para uma foto.

O Estádio Olímpico (Alemão: Olympiastadion) em Charlottenburg, distrito de Berlim, desenhado pelo arquiteto alemão Werner March, foi construído entre 1934 e 1936 para os Jogos Olímpicos de Verão de 1936. Substituiu o Estádio Alemão (Deutsche Stadion) desenhado pelo pai de Werner, Otto March, construído entre 1912 e 1913 para ser sede dos Jogos Olímpicos de Verão de 1916 que acabariam por ser cancelados devido à Primeira Guerra Mundial. Foi restaurado para a Copa do Mundo de 2006 até meados de 2004.

Foi palco de 6 Jogos, incluindo a estréia do Brasil conta a Croácia, vencida pelos brasileiros por 1 a 0 e a Grande Final entre Itália e a França, com a vitória italiana nos pênaltis por 5 a 3. Em 2009 sediou o Campeonato do Mundo de Atletismo. A capacidade atual é de 74.220 pessoas. É atualmente a casa do Hertha BSC Berlin e do Berlin Thunder, um clube de futebol americano da NFL Europa.

Existe uma grande variedade arquitetônica em Berlim, uma cidade que foi quase completamente destruída no período da Segunda Guerra Mundial, hoje nos surpreende com uma arquitetura moderna misturada a prédios históricos reconstruídos. É impressionante ver com Berlim se reergueu em tão pouco tempo, obras de arquitetos como Frank Gerry, Helmut Jahn, Norman Foster, I.M. Pei Daniel Libeskind, Peter Eisenman, estão espalhadas por toda capital alemã. Hoje em dia é difícil tirar uma fotografia da cidade sem flagrar obras públicas nas ruas e, também, prédios antigos e históricos sendo restaurados. Outros arquitetos contemporâneos associados a obras de Potsdamer Platz são o italiano Renzo Piano e o japonês Arata Isozaki.

Potsdamer Platz (www.potsdamerplatz.de) virou marco da reunificação e da expansão urbanística. Hoje é sede de complexos de entretenimento e de comércio, com destaque para o Sony Center (www.sonycenter.de), de 26 mil metros quadrados, projetado pelo alemão Helmut Jahn e que, edificado entre 1996 e 2000, tem cinemas, museu e restaurantes.

Palácio do Reichstag: Parlamento alemão, incendiado em 1933 e bastante danificado durante a 2ª guerra mundial, em ruínas, deixou de ser utilizado. Em 1964, foi reconstruído, mas apenas em 1990 com a reunificação alemã, os encontros parlamentares retornaram ao edifício. Em 1999, aconteceu a transferência do governo alemão de Bonn para Berlim, desde então o prédio foi reinaugurado como sede do Parlamento.

Outros prédios históricos:

Palácio de Charlottenburg

Universidade Humboldt de Berlim

Berliner Dom ou Catedral de Berlim, foi construída entre 1895 e 1905. Se encontra na Ilha dos Museus e é vizinha do Lustgarten e do Berliner Stadtschloss (sede do governo municipal de Berlim).

Memorial aos Judeus Mortos da Europa, também conhecido por Memorial do Holocausto: é um memorial em Berlim para vítimas judias do Holocausto, projetado pelo arquiteto Peter Eisenman. Consiste de uma área de 19.000 metros quadrados coberta com 2.711 blocos de concreto ou “stelae”, parecendo com um campo ondulado de pedras.

De acordo com o texto do projeto de Eisenman, os blocos são desenhados para produzir uma intranqüilidade, um clima de confusão e a escultura toda ajuda a representar um sistema supostamente ordenado e que perdeu o contato com a razão humana. Um anexo subterrâneo “Local de Informação”, guarda os nomes de todas as vítimas judias conhecidas do Holocausto, conseguidos através do museu israelense Yad Vashem.

A gastronomia alemã

culinária da Alemanha varia de região para região. As regiões do sul da Baviera e Suábia, por exemplo, compartilham uma cultura culinária com a Suíça e com a Áustria. A carne de porco, bovina e de aves são as principais variedades de carne consumida na Alemanha, sendo a carne de porco a mais popular. Em todas as regiões, a carne é muitas vezes comida em forma de salsicha. Mais de 1500 tipos de salsicha são produzidos na Alemanha. Alimentos orgânicos ganharam uma quota de mercado de cerca de 3,0% e deverão aumentar ainda mais.

Um conhecido ditado popular alemão diz: “Tomo o café-da-manhã como um imperador, almoço como um rei e janto como um mendigo”. O café-da-manhã é geralmente uma seleção de pães e baguetes com geléia e mel ou carnes frias e queijo, por vezes acompanhado de um ovo cozido. Cereais ou granola com leite ou iogurte é menos comum, mas generalizado. Mais de 300 tipos de pães são vendidos em panificadoras em todo o país.

Como é um país com muitos imigrantes, a Alemanha adotou muitos pratos da cozinha internacional em sua cozinha e hábitos alimentares diários. Pratos italianos como pizza e massas, pratos turcos e árabes, como Döner Kebab e o Falafel estão bem estabelecidos, especialmente nas cidades grandes. Cadeias internacionais de hambúrguer, bem como restaurantes chineses e gregos, são comuns. Culinária indiana, tailandesa, japonesa, e outras cozinhas asiáticas ganharam popularidade nas últimas décadas. Aos nove restaurantes de alto nível na Alemanha, o guia Michelin concedeu três estrelas, a maior denominação, enquanto outros 15 receberam duas estrelas. Restaurantes alemães tornaram-se os segundos mais consagrados do mundo, depois dos restaurantes da França.

A salsicha, a batata e a carne de porco são ingredientes muito comuns e bastante utilizados nos pratos dos alemães.

Um dos bolos mais populares da Alemanha é o bolo feito de cerejas da Floresta Negra. Abaixo um torta merengue que comemos no restaurante giratório da Berliner Fernsehturm,  torre de televisão localizada no centro da cidade de Berlim, especificamente em Alexanderplatz. Confesso que não sou muito apaixonada por doces e achei a torta mais bonita do que apetitosa.

Outros pratos e sobremesas servidos no restaurante giratório da Berliner Fernsehturm:

Vista da torre:

Apesar de vinho estar se tornando mais popular em muitas partes da Alemanha, a bebida alcoólica nacional é a cerveja. As variedades de cerveja incluem Alt, Bock, Dunkel, Kölsch, Lager, Malzbier, Pils e Weizenbier.

Observamos que a alimentação em Berlim tem o custo mais barato que já encontramos na Europa, dizem que isso é influência da extinta Alemanha Oriental. Na época da divisão, o padrão de vida da Alemanha Ocidental era bem mais elevado e com a reunificação precisou-se fazer um certo equilíbrio, isso gerou um custo de vida menor, disse nossa guia.

Não deixe de visitar a KaDeWe: http://www.kadewe.de

Loja de departamento estilo a americana Macy’s, onde tem um centro gourmet incrível e surpreendente. Abaixo algumas fotos do local feitas com o iPhone:

Agora, um dos passeios mais recompensadores, foi conhecer o museu do fotógrafo Helmut Newton, mas os detalhes, deixarei para contar amanhã, evitando deixar esse post muito longo. Até lá!

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