Luciaadverse's Blog

janeiro 24, 2012

A história do símbolo ⌘

Filed under: Curiosidades — Tags:, — Lucia Adverse @ 7:11 pm

Os veteranos na plataforma Apple de plantão talvez já saibam o real significado do trevo-de-quatro-folhas usado na tecla Command (⌘) dos Macs — também conhecida como “Tecla da Maçã” — , mas, para os que não sabem, a foto abaixo é bastante representativa sobre o que diz o símbolo:

Foto: cogdogblog (via Flickr)

O ⌘ foi descoberto para a Apple pela artista Suzan Kare, num dicionário de símbolos. Até então, ele era constantemente usado na Escandinávia, para identificar lugares interessantes e pontos de acomodação. A imagem acima é bastante recente, registrada na Islândia, a cerca de 2 mil quilômetros de Estocolmo.

O engraçado é que os geeks/nerds de plantão já “viram” o mesmo símbolo em lugares um tanto inusitados:

Água-Viva

Foto: Ralph Krawczyk Jr (via Flickr)

Pretzels

Foto: oskay (via Flickr)

Decoração de Quarto

Foto: presta (via Flickr)

Por falar em Command, achamos um site com alguns caracteres especiais — só “encontráveis” via atalhos de teclado difíceis de decorar — bastante interessante, o ⌘C ⌘V Character (akaCopyPasteCharacter.com). É bom observar que usuários de Windows não conseguirão ver muitos deles:

Segurando Option/Alt, é possível selecionar mais de um símbolo e, no canto superior direito, você ainda pode pedir para que ele copie o caracter em si ou, se preferir, o seu código em HTML. Bastante útil!

Créditos: http://macmagazine.com.br

janeiro 23, 2012

Como migrar sua biblioteca do iTunes para um HD Externo?

Filed under: Curiosidades, Dicas — Tags:, , — Lucia Adverse @ 4:04 pm

Faz tempo que estou incomodada com a lentidão do meu computador, então achei que deveria aliviar meu disco rígido. Questionei-me a razão pela qual manteria a biblioteca do Lightroom e do iTunes nele e não em um HD Externo. Juntas, essas bibliotecas ocupavam 84GB de memória do disco rígido do meu iMac.

Bem, comecei pela biblioteca com os catálogos do Lightroom, apesar do processo ser chatinho é bem simples: basta arrastá-la para o novo diretório e fazer com que o programa reconheça o novo caminho.

Já com o iTunes, tive que quebrar a cabeça um pouquinho, mas também não é nem um bicho de 7 cabeças…

Primeiro copiei todas as músicas para o meu HD Externo de backups. Como sou “dona Neura” assumida, tratei de fazer um segundo backup.

HD Externo: Time Machine Backups

Em seguida, deletei todos os arquivos do meu iMac. Não faça isso!

Abri meu iTunes e percebi que toda a lista de músicas baixada no meu computador havia sumido.

Com muita calma, fiz um command ⌘ Z, retornando todo o conteúdo novamente para o meu iMac. Percebi que teria que descobrir uma maneira de fazer o iTunes reconhecer o novo local. E sabe que não é difícil?

Feche seu iTunes e abra-o novamente segurando a tecla option, aparecerá a janela abaixo:

Clique em “Choose Library” ou “Escolher Biblioteca”.

Escolha a pasta iTunes dentro da pasta Music.

Pronto!

Com esse passo, você ajudou o seu iTunes a reconhecer o novo local.

Agora sim, você pode jogar na lixeira, todas as músicas que estão armazenadas no seu computador.

janeiro 16, 2012

O que é a felicidade?

Será que existe resposta para essa pergunta?

A filósofa Marcia Tiburi faz uma reflexão sobre o assunto em um seminário sobre a “Felicidade”.

Parte 2

janeiro 12, 2012

“Brassaï, Paris La Nuit”

Hoje, no blog IMAGES&VISIONS, do fotógrafo Fernando Rabelo, recebi a gratificante notícia que chegará em Belo Horizonte, uma exposição do Brassaï. Com a curadoria de Agnès de Gouvion Saint-Cyr e o apoio da Aliança Francesa, a exposição “Brassaï Paris la nuit”, ficará em cartaz de 18/01 a 01/04, na Galeria de Artes Visuais da OI FUTURO.

Essa exposição não perco por nada!

Aconselho também a leitura do livro: “Brassaï CONVERSAS COM Picasso”.

janeiro 10, 2012

Exposição em Paris revela século 20 latino-americano por livros de fotografia

Filed under: Notícias — Tags:, , — Lucia Adverse @ 7:43 pm

A ideia surgiu no 1º fórum latino-americano sobre fotografia ao comprovar ‘a ausência’ de uma cartografia dos livros de fotografia publicados no continente no século 20

Exposição ‘Foto/gráfica’: o evento reúne cerca de 40 grandes livros de fotografia editados entre 1921 e 2012

Paris – A fotografia latino-americana do século 20 revelará seus segredos em Paris a partir do dia 19 de janeiro na exposição ‘Foto/gráfica. Uma nova história dos livros latino-americanos de fotografia’, anunciaram nesta terça-feira seus organizadores.

A exposição fará um passeio ‘pelo século de história da América Latina através de seus maiores livros de fotografia’, em uma mostra que, depois de 8 de abril, seu último dia em Paris, viajará à Espanha, Estados Unidos e pela própria América Latina.

O evento reúne cerca de 40 grandes livros de fotografia editados entre 1921 e 2012 e selecionados pelo historiador Horacio Fernández, conselheiro do Museu Reina Sofía de Madri e comissário da PhotoEspaña entre 2004 e 2006.

Como promotor principal da mostra, Fernández foi também quem convidou Marcelo Brodsky, Iatã Cannabrava, Lesley Martin, Martin Parr e Ramon Reverté a fazer parte de seu comitê assessor, explicou à Agência Efe em Le Bal, o centro de exposições de Paris que receberá a mostra.

A exposição será dividida em seis eixos temáticos: ‘História e propaganda’, ‘Fotografia urbana’, ‘Ensaios fotográficos’, ‘Livros de artistas’, ‘Literatura e fotografia’ e ‘Livros contemporâneos’.

A ideia de organizá-la surgiu em 2007, no primeiro fórum latino-americano sobre fotografia de São Paulo, ao comprovar ‘a ausência’ de uma cartografia dos livros de fotografia publicados no continente no século 20, explicou Fernández em comunicado.

A exposição é o fruto de uma pesquisa de três anos, na mídia fotográfica e gráficos, arquivos, editores, colecionadores, bibliotecas e artistas de 19 países latino-americanos, de Cuba a Patagônia, acrescentou.

Para Fernández, esse estudo crítico ‘revela a incrível contribuição da América Latina para a história mundial do livro de fotografia’.

A decoração da exposição é obra de Jasmin Oezcebi, autora das exposições ‘Dada’, no Centro Pompidou de Paris, e ‘Chefs d’Oeuvre’, no Centro Pompidou de Metz, no nordeste da França.

O projeto foi coproduzido por Le Bal, o Instituto Moreira Salles, o Ivory Press de Madri, a Aperture Foundation de Nova York e o Museu do Livro e da Língua de Buenos Aires.

Fonte: Revista Exame

janeiro 8, 2012

África Abstrata

Durante uma viagem à Africa do Sul, uma planta específica chamou-me a atenção, uma espécie de trepadeira coberta de espinhos.


Nunca havia visto esse tipo de planta que parecia ser um parasita, ou seja, por onde ela percorria notava-se um tom acizentado na vegetação e a impressão que a árvore estava morrendo. Posteriormente, fiz uma pesquisa e descobri que não se tratava de um parasita e sim de um mecanismo de defesa desenvolvido por uma espécie de planta para se proteger dos predadores. Mais do que os espinhos, as formigas que habitam esse tipo de savana africana afastam animais de várias toneladas, como os elefantes. Segundo o biólogo Todd Palmer, “Parece que elefantes simplesmente não gostam de formigas passeando por dentro de suas trombas”.
Segundo ele, por mais que a pele desses animais seja bastante dura, o interior das trombas é bem frágil. E como esses mamíferos se alimentam com seus compridos ‘focinhos’, se tornam vulneráveis a insetos. “É o calcanhar de Aquiles deles”, completa o biólogo.

A minha concientização pela necessidade de preservação do meio ambiente, fez com que surgisse essa nova série de fotografias intitulada “África Abstrata”, como também a série “Canto” que mencionei outro dia aqui no blog e participou da Art Canton 2011. A idéia principal foi comunicar dramaticidade e destruição. A intenção era transmitir a minha sensação de impotência, ao acreditar que toda aquele vegetação seria destruído por uma simples trepadeira predadora. As duas séries servem como uma reflexão, na “Canto” o homem é o principal predador, já na “África Abstrata” é a ação predadora da própria natureza em si mesma.

A partir de imagens captadas de vegetação seca, fiz fusões e surgiram figuras abstratas como figuras tribais, coroas, espelhos e até uma mariposa.

Desde quinta-feira passada, dia 5, algumas fotos dessa série estão na exposição virtual do website da Galerie Ricardo Fernandes.

“Pinto as coisas como as imagino e não como as vejo.”

“Para chegar a abstração, é preciso sempre começar por uma realidade concreta…”

“O que é mais abstrato é talvez o cúmulo da realidade…”

Pablo Picasso

janeiro 5, 2012

Boletim Cultural da Embaixada Brasileira na França

Desde o dia 1º de dezembro, 4 obras da minha série “Universo Curvo”, estão fazendo parte da exposição Happy End, na Galeria do marchand Ricardo Fernandes, em Paris. Essa série é composta de 20 obras, onde 15 delas, também foram apresentadas em setembro, em outra amostra coletiva, o Click Now!  Clicando nas palavras linkadas, você terá oportunidade de ver o conceito da série, as exposições e conhecer as galerias.

Ontem, a exposição saiu na programação cultural da Embaixada Brasileira na França. Para ter acesso ao pdf com a programação completa, clique no link abaixo:

Bulletin culturel du 11 janvier 2012 – Ambassade du Brésil

janeiro 3, 2012

Herança valiosa

Filed under: Polaroids — Tags:, , , , — Lucia Adverse @ 4:33 pm

O assunto de hoje, nada tem haver com fotografia, mas quem escreve esse blog, além de fotógrafa é mãe e um ser humano com sentimentos iguais a qualquer pessoa. Ontem, levei meus filhos no aeroporto para partirem para os seus intercâmbios. Um foi para a Inglaterra tirar o certificado de Cambridge, em seguida irá para Berlin estudar alemão, ficará 6 meses fora do Brasil. O outro, decidiu fazer faculdade no Canadá, provavelmente ficará 5 anos fora de casa. Para os pais, esse é um momento muito difícil, mas necessário para a preparação do futuro dos seus filhos. Hoje, no primeiro dia em casa sem eles, o vazio é grande e o aperto no coração maior ainda…

Hoje, ao abrir o Facebook, deparei-me com uma história emocionante e quis compartilhar com vocês. É sobre um jovem pai, que ao saber da sua doença terminal, toma a decisão em deixar lições de vida aos seus dois filhos pequenos. Para mim, essa é a maior herança que um pai pode deixar aos seus filhos. A reportagem completa está no site da Revista Época e você pode ler clicando aqui.

Dias atrás, compartilhei uma frase do Dalai Lama no meu Facebook, tentarei lembra-la diariamente nos meus próximos anos:

“Dê a quem você ama: asas para voar, raízes para voltar e motivos para ficar.”

Essas polaróides são de Banff, Canadá. Fiz essas fotos, quando fui visitar meu filho em Vacouver pela primeira vez.

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