Luciaadverse's Blog

outubro 29, 2010

Projeto Caleidoscópio-Fotos

Continuação do post anterior sobre o projeto Caleidoscópio:

Cumprida a missão, cada participante selecionou cerca de 10 fotos para a exibição marcada que ocorreu na semana passada, dia 19 de outubro, no Estúdio 77. A projeção coletiva foi organizada pelo associado Gui Guimaraens, também criador do projeto.

Durante a exibição, cada participante falou da sua experiência e das dificuldades com o tema: “Inédito” em Ouro Preto. Além dos associados locais tivemos a presença do nosso colega Clovis Artur que trabalha, mora em São Paulo e veio com a esposa prestigiar a inauguração do nosso evento. Obrigada Clovis!

Terminada a sessão, discutimos qual seria o novo tema, depois de várias sugestões chegamos a uma palavra que agradou a maioria presente: “Instante”. Escolhido o tema, conversamos sobre a projeção e chegamos a conclusão que deveríamos fazer uma pequena seleção desse trabalho. Fiquei incumbida de fazer uma seleção e curadoria dessas imagens, um trabalho de grande responsabilidade! Agradeço a confiança de todos os participantes.

Escolher somente três fotos de cada um foi uma tarefa difícil e um grande desafio.

Na minha análise, observei o conjunto de imagens dos fotógrafos participantes e tentei perceber o que foi para cada um o “inédito” em Ouro Preto. Durante a seleção de fotos tentei encontrar 3 imagens que tivessem uma idéia em comum, ou seja, um mesmo conceito. Acredito que para fazer uma curadoria, além de conhecimento, o responsável deve ter sensibilidade e envolvimento com o trabalho.

O interessante é que entre os 5 fotógrafos, surgiram ensaios com visões completamente diferentes uma da outra.

Abaixo apresento as três fotos selecionadas de cada fotógrafo e um pequeno comentário sobre o ensaio.

Cau Pansardi

Achei muito interessante o contraste usado entre as altas e baixas luzes. Percebi que é uma maneira da qual o fotógrafo gosta de trabalhar e se identifica. Numa tentativa de fugir do clichê de Ouro Preto, Cau explorou lugares públicos e utilizou com habilidade esse recurso. A foto da sombra projetada em uma parede amarela, remete a lembrança de uma das telas da pintora mexicana Frida Kahlo, “Coluna Partida”.

Gui Guimaraens

Durante a apresentação do Gui, percebi que seu ensaio foi planejado antes mesmo da viagem para Ouro Preto. Com destreza, atravessou a cidade atrás dos seus objetivos. Buscou a periferia esquecida pelos turistas, fotógrafos e pintores. Nas suas fotos percebo uma sutileza em revelar o lado humilde da cidade, captando beleza na simplicidade.

Guto Muniz

Buscando o “inédito” em Ouro Preto, Guto percorreu caminhos que para ele eram desconhecidos. Em seu ensaio pessoal, explorou o movimento, a perspectiva e o ponto de fuga, suas fotos fazem convite a uma outra “Ouro Preto”.

“A vidência do fotógrafo não consite em ver, mas em estar lá”. Roland Barthes

Marco Aurélio Prates

Trabalha a religiosidade de Ouro Preto com uma visão surrealista. Numa imagem vemos Cristo atrás de grades simbolizando o aprisionamento da religião. Na foto seguinte o crucifixo, símbolo do cristianismo, coberto de flores vermelhas. Flores vermelhas, simbolizam o amor, paixão… Paixão de Cristo? A última fotografia monocromática  faz com que confundamos a mata atrás da escultura de Tiradentes com nuvens.

Nereu Jr

Confundir os casarios fotografados pelo Nereu com o fotografável em Ouro Preto é um equívoco.  Nunca vi os casarios dessa histórica e tão fotografada cidade sobre essa perspectiva. A técnica utilizada e a opção de escolher o foco seletivo para o registro tornam o ensaio desse fotógrafo um inédito da arquitetura de Ouro Preto. A foto da árvore e a igreja em primeiro plano tem uma trimendisionalidade e passam uma sensação de que foram recortadas. Na foto seguinte, a Praça Tiradentes parece que está inserida em uma maquete.

Ontem na reunião mensal de trabalho da Fototech MG, ficou definido a data e o local da próxima projeção. Será no dia 25 de novembro, no Estúdio 77 às 19 horas. Aos associados interessados em participar do próximo Projeto Caleidoscópio, pedimos que enviem as suas fotos sobre o tema:”Instante”, até o dia 18 de novembro ao associado Gui Guimaraens.

Email: gui@e77.com.br

Projeto Caleidoscópio-Fototech MG

Filed under: Fotografia — Tags:, , , , — Lucia Adverse @ 1:10 pm

Em agosto, durante a penúltima reunião da Fototech MG, foi criado, pelos presentes associados, mais um projeto:

Uma projeção mensal de imagens, inspiradas em um tema definido pelo grupo. Foi combinado também que, em cada reunião um novo tema seria escolhido e teríamos 30 dias para produzir novas fotos para a projeção do mês seguinte. O novo projeto funciona como um estímulo à criatividade. Uma forma divertida de criar, aprender e discutir fotografia.

Como primeiro tema ficou definido: O Inédito. E para inaugurar o projeto com “chave de ouro” foi programada uma viagem para a cidade Histórica de Ouro Preto,  no dia 02 de outubro onde, individualmente ou em grupo, cada um foi em busca de algo inédito para ser fotografado. Algo inédito em Ouro Preto? Grande desafio que foi cumprido por 6 associados:

Breno Matias

Cau Pansardi

Gui Guimaraens

Guto Muniz

Marco Aurélio Prates

Nereu Jr

O objetivo principal do Projeto Caleidoscópio é de cada participante exercitar o seu próprio olhar através da experimentação e a oportunidade de compartilhar suas imagens com a de outros colegas.

Por que Caleidoscópio?

Definição:

Um caleidoscópio ou calidoscópio é um aparelho óptico formado por um pequeno tubo de cartão ou de metal, com pequenos fragmentos de vidro colorido que, através do reflexo da luz exterior em pequenos espelhos inclinados, apresenta, a cada movimento, combinações variadas e agradáveis de efeito visual.

O nome “caleidoscópio” deriva das palavras gregas καλός (kalos), “belo, bonito”, είδος (eidos), “imagem, figura”, e σκοπέω(scopeο), “olhar (para), observar”.

O nome caleidoscópio foi escolhido para o novo Projeto da Fototech MG durante o almoço em Ouro Preto, onde estavam presentes todos os participantes. O funcionamento deste novo projeto se assemelha ao do caleidoscópio: uma palavra define o tema escolhido, que leva cada participante, durante um prazo estipulado, a produzir imagens sobre o assunto. Na data marcada são apresentadas as imagens, quando é escolhido um novo tema e assim recomeça todo o ciclo.

“Um CALEIDOSCÓPIO vivo que gera várias imagens a partir de uma única luz. Gui Guimaraens”


outubro 25, 2010

A Fotografia e o Mercado das Artes: última semana com desconto!

Filed under: Dicas — Tags:, , , — Lucia Adverse @ 3:12 pm

Lembrando a todos que essa é a última semana para inscrições com desconto!

Veja mais detalhes no post anterior ou clicando sobre a imagem.

outubro 21, 2010

2º forum latino-americano de fotografia de São Paulo

Questionar a identidade da fotografia latino-americana e o papel da própria fotografia dentro da sociedade contemporânea. Com esse tema iniciou ontem, no Itaú Cultural, em São Paulo, o 2º Fórum Latino-Americano de Fotografia. As entrevistas estão sendo transmitidas ao vivo pela internet, para assisti-las clique aqui.

Para mais informações acesse o site do  2º Fórum Latino-Americano de Fotografia:

http://www.forumfoto.org.br/

 

outubro 15, 2010

Maureen Bisilliat: Fotografias

Maureen Bisilliat: Fotografias

Ontem, dia 14 de outubro, completei mais um ano de vida e ganhei um belíssimo presente da minha irmã, um livro da excepcional fotógrafa inglesa Maureen Bisilliat, naturalizada brasileira desde 1957, residente em São Paulo. Maureen trabalhou como fotógrafa para a editora Abril entre 1964 e 1972. Publicou vários livros de fotografia inspirada nas obras de grandes autores da história da literatura brasileira, Guimarães Rosa, Euclides da Cunha, João Cabral de Melo Neto e Jorge Amado. A partir dos anos 80, Maureen decidiu trabalhar com vídeos, documentando os povos indígenas da aldeia mehinaku, no Alto Xingu, em parceria com Lúcio Kodato.

Em abril desse ano tive a oportunidade de ver a exposição “Maureen Bisilliat: Fotografias” no Centro Cultural da Fiesp em São Paulo. Realizada pelo Instituto Moreira Salles a exposição mostrou cerca de 200 imagens todas reunidas nesse belíssimo livro. A publicação também traz a biografia de Maureen e as melhores críticas já feitas sobre o seu trabalho. A iluminação da exposição era uma das espetaculares que já vi. O curta-metragem Xingu/Terra feito por Maureen foi exibido durante todo o período de duração da mostra.

Quem foi ao Paraty em Foco desse ano, teve o privilégio de conhecer a fotógrafa pessoalmente e oportunidade de assistir uma entrevista da artista conduzida pelo fotógrafo Juan Esteves. A entrevista foi gravada e está disponível no site do Paraty em Foco: www.paratyemfoco.com

Além do grande carisma, Maureen contou-nos um pouco da sua trajetória e mostrou um filme com a instalação da exposição.

Foto: Juan Esteves

Abaixo transcrevo o trecho de um texto de Rubens Fernandes Junior, onde ele descreve sua impressão da exposição no blog “icônica”:

“Visitar a exposição de Maureen Bisilliat no espaço da Galeria de Arte do Sesi, em São Paulo, é adentrar numa rara experiência sensorial, na qual imagens de um Brasil profundo articuladas com objetos de produção artesanal, textos literários e poéticos, vídeos e sonoridades, permitem uma comunhão única com a raiz da cultura brasileira e com a essência da criação fotográfica. Depois de tamanho êxtase, somos tomados por uma espécie de orgulho vaidoso pois, diante desta grandeza fotográfica, acreditamos que realmente é um privilégio conviver com estas imagens e estar diante de uma artista cuja produção sintetiza de forma tão contundente o melhor da fotografia brasileira das últimas décadas do século passado.

Tomado por esta emoção, fiquei pensando que todos deveriam ver esta exposição – aqueles que tiveram a oportunidade de acompanhar a trajetória de Maureen Bisilliat e os jovens fotógrafos que poderão se inspirar numa trajetória marcada pelo profissionalismo, pela ética e pela permanente invenção. As cópias em prata e os cibaprints, que foram produzidas por Silvio Pinhatti, são também uma respeitosa homenagem à fotografia, já que penetramos num mundo de tons e de texturas, de sombras e luzes, de brilhos, opacidades e transparências, e recuperamos uma experiência única: a de olhar uma cópia fotográfica. Um impacto para nossos olhos já acostumados com a imagem digital, mais “flat” e entintadas por pigmentos comandados por softwares e não impressos pela ação da luz num suporte sensível.”

Veja mais no blog:

icônica

outubro 8, 2010

A Fotografia e o Mercado das Artes

Nos últimos anos,  a obra fotográfica vem ganhando cada vez mais espaços não só nas galerias tradicionais, como em locais criados especificamente para sua exibição.

São galerias fotográficas, feiras nacionais e mundiais de obras fotográficas e, atrelada a isso, a especialização de um número cada vez maior de profissionais capazes de interagir e fomentar esse mercado.

Pesquisas apontam as obras de arte, entre elas a fotografia, como um dos maiores investimentos financeiros da atualidade.

Na outra ponta, em um momento em que o ato de fotografar se torna cada vez mais popular, grande parte dos fotógrafos vêem que o desenvolvimento de um trabalho autoral é um dos principais, senão o principal caminho para a criação de um estilo próprio, de um olhar diferenciado sobre aquilo que o cerca.

Baseada nesses fatores, a Regional Minas Gerais da Associação de Fotógrafos Fototech promoverá, no dia 1º de dezembro de 2010. O simpósio “A Fotografia e o Mercado das Artes”

O evento contará com a participação de importantes nomes da fotografia brasileira que trarão à discussão, não só o funcionamento deste mercado, mas um levantamento histórico de seu desenvolvimento e o papel desempenhado pelos principais agentes deste setor artístico.

São eles: Isabel Amado (RJ), Ricardo Fernandes (MG/Paris), João Castilho (MG) e Sérgio Burgi (SP)

Isabel Amado: De 1988 a 1996, foi a coordenadora da Galeria Fotoptica, em São Paulo, fundada por Thomaz Farkas, um dos pioneiros da moderna fotografia em nosso país. Nesse período de 8 anos, realizou 74  exposições dos principais fotógrafos brasileiros, entre eles, Bob Wolfenson, Claudia Jaguaribe, Iatã Cannabrava, Christian Cravo e Claudio Edinger. A partir de 1997, passou a coordenar o Departamento de Fotografia do Museu da Imagem e do Som (MIS) de São Paulo, até 2000. Dirige a empresa Anima Montagens desde 2000, especializada na organização e na manutenção de arquivos e acervos de fotografia, é sócia da Galeria da Gávea, inaugurada em agosto de 2009 no Rio de Janeiro.

Ricardo Fernandes: nascido em Belo Horizonte, no ano de 1968, radicado desde 2007 em Paris, de onde desenvolve seus trabalhos e seus projetos. Passando pelas Universidades de Fribourg, na Suíça, pelo Instituto Izabela Hendrix, no Brasil e pela École du Louvre, em Paris, ele desenvolveu seus estudos e pesquisas em Jornalismo de Arte, Design de Interiores e História da Arte, respectivamente. Marchand, curador de eventos de arte e design, tornou-se um experiente profissional, negociando arte e objetos no mundo. Pesquisador poliglota e crítico de arte exigente, credenciado pela Association Internationale des Critiques d’Art (AICA). Colabora com renomadas revistas brasileiras, trabalhando também como escritor de ensaios e artigos internacionais sobre a arte e o design.

João Castilho: nascido em Belo Horizonte, onde vive e trabalha, é fotografo, mestrando em Artes Visuais pela UFMG, especialista em Artes Plásticas e Contemporaneidade pela Escola Guignard e graduado em jornalismo pela PUC Minas. Realizou exposições individuais e coletivas em diversos locais do Brasil e exterior. Recebeu os prêmios Conrado Wessel de Arte, Prêmio Marc Ferrez de Fotografia, Prêmio Porto Seguro de Fotografia, Bolsa Funarte de  Estimulo a Criação Artística e a Bolsa Pampulha. Em 2008 publicou o livro Paisagem Submersa pela Cosac Naify. Tem obras no acervo do Museu da Pampulha, no MAM da Bahia, no MAM de São Paulo e na Coleção Pirelli-Masp de Fotografia.

Sérgio Burgi: Formou-se em Ciências Sociais pela USP em 1981 e ingressou no mesmo ano no curso de Mestrado em Conservação Fotográfica da School of Photographic Arts and Sciences, Rochester Institute of Technology, NY, EUA, onde obteve em 1984 os diplomas de Master of Fine Arts in Photography e Associate in Photographic Science pelo Rochester Institute of Technology, ambos com trabalhos específicos na área de conservação fotográfica. Foi coordenador do Centro de Conservação e Preservação Fotográfica da Fundação Nacional de Arte, no Rio de Janeiro, entre 1984 e 1991. É membro do Grupo de Preservação Fotográfica do Comitê de Conservação do Conselho Internacional de Museus (ICOM) e, desde 1999, coordena a área de fotografia e a Reserva Técnica Fotográfica do Instituto Moreira Salles (IMS), principal instituição voltada para a guarda e preservação de acervos fotográficos no Brasil.

Serviço:

Data: 01º de dezembro de 2010

Local: Auditório da Escola Guignard

Endereço: Rua Ascânio Burlamarque, 540 Mangabeiras – Belo Horizonte – MG

Horário: das 8:30hs às 19hs

Programação:

8:30hs: Recepção e credenciamento dos participantes

9:00hs: Palestra “A arte e o mercado no âmbito da fotografia”. Palestrante: Isabel Amado (RJ)

10:30hs: Palestra “O marchand e o mercado da arte fotográfica nacional e internacional”. Palestrante: Ricardo Fernandes (MG/Paris)

12:00hs: Intervalo para almoço

14:00hs: Palestra “O fotógrafo e a obra artística.” Palestrante: João Castilho (MG)

15:30hs: Palestra “O papel do colecionador e os cuidados na preservação da obra fotográfica,” Palestrante: Sérgio Burgi (SP)

17:00hs: Coffee Break

17:30hs: Bate-papo entre os palestrantes e os participantes.

19:00hs: Encerramento

Investimento:

Até 31 de outubro:

R$ 100,00 (associados Fototech / alunos da Escola Guignard)

R$ 150,00 (público em geral)

Forma de pagamento: 02 vezes (inscrição + dia do evento) / 10% de desconto à vista

De 1º a 15 de novembro:

R$ 125,00 (associados Fototech / alunos da Escola Guignard)

R$ 175,00 (público em geral)

Forma de pagamento: 02 vezes (inscrição + dia do evento)

De 16 de novembro até 1º de dezembro:

R$ 150,00 (associados Fototech / alunos da Escola Guignard)

R$ 200,00 (público em geral)

Forma de pagamento: à vista

* Associados Fototech do interior de Minas Gerais (exceto Grande BH) tem 50% de desconto sobre o valor do investimento do associado da capital e região metropolitana em todos os períodos de inscrição.

Inscrição:

Preencha o formulário clicando aqui. Você receberá por e-mail as informações para confirmar sua inscrição.

Maiores informações pelo e-mail minas@fototech.com.br ou pelo telefone (31)9811-8891 c/ Nereu Jr  (Diretor de Comunicação / Regional MG)


outubro 5, 2010

Workshop de flash Dedicado com Pepe Melega

Com 40 anos de profissão o fotógrafo Pepe Melega é um experiente profissional conhecido no meio fotográfico pela sua habilidade e exigência técnica. Possuidor de uma grande didática está sempre auxiliando com seu conhecimento vários profissionais da área de fotografia. É com muito prazer que comunico que nos dias 9, 10 e 11 de outubro, Pepe estará em Belo Horizonte administrando um Workshop de Flash Dedicado.

Serão duas turmas, sendo uma nos dias 9 (sábado) e 10 (domingo) e outra nos dias 10 (domingo) e 11 (segunda-feira), sendo que no dia 10, ambas as turmas terão a aula prática.

Esse formato foi gentilmente oferecido pelo Pepe para contemplar os profissionais que tem compromissos aos sábados e que, por consequência, não poderiam participar do workshop.

Horário: 09 às 12hs e 14 às 18hs

Interessou? Fique esperto, pois as inscrições foram um sucesso e restam apenas 05 vagas!

Como se inscrever:

mande um email para minas@fototech.com.br que você receberá todas as informações necessárias.

Investimento:

R$ 400,00 (associado Fototech)

R$ 500,00 (não associado)

Forma de pagamento: 02 vezes (inscrição + 1º dia do workshop)

Local: Rua Senhora da Paz, nº 1.085 | Sala 01, bairro Cachoeirinha (sede oficial da Regional/MG)

Esse é mais um evento de realização da Fototech MG.

Programação do workshop:

1 – Breve relato sobre a história do flash – da pólvora ao E-TTL

2 – O uso do flash na sapata – o que todo mundo faz e o que você pode fazer

3 – Recursos que ajudam

4 – Questões e truques do flash na sapata

5 – Tirando o flash da sapata

6 – Usando remoto por IR ou RF

7 – Modificadores de luz de uso portátil

8 – O conceito da portabilidade

9 – Flash na contra luz: do retrato a natureza

10 – Questões e dicas do flash fora da sapata

11 – O estúdio portátil

12 – Modificadores e suas utilidades

13 – Como fazer se não dá para comprar

14 – Pensando em TTL e Manual no estúdio

15 – Usando a criatividade com o que temos em casa

16 – Fotografando gente com estúdio portátil

17 – O uso de modificadores para retrato

18 – Prática com os presentes

19 – O que e quando comprar segundo a opinião pessoal do Pepe

20 – Tirando dúvidas finais

21 – Recomendação de sites, blogs e livros

Observações:

1. Apesar do Pepe ser usuário de equipamentos Canon, os usuários Nikon também serão contemplados no workshop, pois o mesmo detêm conhecimento sobre os equipamentos da marca.

2. Cada participante deverá levar seu próprio equipamento.

Abaixo faça um download do manual de instruções do seu equipamento e aproveite ainda melhor o seu workshop.

Canon 580EX

Canon 580EXII

Nikon SB-800

Nikon SB-900

outubro 4, 2010

A foto que virou música

Filed under: Curiosidades — Lucia Adverse @ 12:26 pm

Incrível como a natureza se transforma em arte nessa história!

Uma emocionante história contada pelo músico Jarbas Agnelli que ao ver essa imagem feita pelo repórter fotográfico do Estadão Paulo Pinto, viu uma semelhança entre os pássaros descansando em fios elétricos e uma partitura musical, o resto da história prefiro que vocês vejam no vídeo:

Também veja a reportagem do Estadão clicando aqui.

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